quinta-feira, 30 de agosto de 2012

HOLOCAUSTO É DEBATIDO NA CÂMARA DE CAMPO BOM

O jornalista Jair Wingert na tribuna fez um discurso emocionado lembrando que o holocausto foi um crime contra a humanidade e que jamais poderá se repetir.
Na quarta-feira (29.08), na Câmara de Vereadores de Campo Bom aconteceu  a última sessão do mês  culminando com uma palestra  - Compromisso moral e lições de solidariedade proferida pelo B’Nai
B’rith do Rio Grande do Sul entidade ligada ao Instituto Marc Chagal. A  vinda desta importante entidade foi uma proposição do suplente de vereador Jair Wingert (PSB) e contou com a presença de alunos das
escolas – Fernando Ferrari, 31 de Janeiro, lideranças comunitárias, empresários e comunidade em geral. Participaram da palestra altamente didática,  Pedro Gus; presidente do B’Nai B’rith para a região sul do
Brasil. A apresentação foi feita por Matilde Groisman Gus. Os palestrantes: Johannes Melis, Curtis Stanton, Max Schanzer e Bernard Kats e a assessora Paulete Golbert.  A sessão  foi coordenada pelo presidente do Legislativo, Sadi dos Santos (PMDB). A palestra foi marcada pela emoção e os relatos históricos, fidedignos de quatro sobreviventes do holocausto durante a segunda guerra mundial, onde mais de 6 milhões de judeus tiveram suas vidas ceifadas pelo nazismo. Os quatro palestrantes que hoje residem em Porto Alegre de forma epidérmica e visceral, relataram suas histórias de resistência, fome, sede e sobretudo de esperança na vida. Todos de forma unânime destacaram a acolhida que o Brasil concedeu, enfatizando a liberdade e a maneira que o país recebe as pessoas oriundas de outras nações. Durante o programa se evidenciou a importância de que o holocausto sirva como referência no sentido de que a história não se repita e que os jovens conheçam esta página  recente de nossa história contemporânea.

“Somos todos integrantes da família humana e futuros holocaustos não podem acontecer”

O proponente da palestra, Jair Wingert (PSB), assumiu a Câmara durante esta sessão e  elogiou a postura do vereador Sérgio Seibert (PSB) que cedeu a vaga neste momento.  O socialista agradeceu o apoio dos demais vereadores, bem como, destacou a atenção dispensada pelo presidente do Legislativo, Sadi dos Santos e os servidores da Câmara. O jornalista em seu pronunciamento salientou a importância de estudarmos o holocausto para que a história não se repita. “ Não devemos fugir do holocausto perpetrado pelo nazismo, pois é parte da história da humanidade. Muitas vezes as crises econômicas sócio-politicas tendem a fomentar o surgimento de novos Hitlers, portando soluções mágicas e radicais”, argumentou Wingert que lembrou ser também filho de Abraão e concluiu destacando uma frase de Nelson Mandela, onde o líder sul-africano diz que somos todos iguais e que terminado o jogo de xadrez, peão e rei vão para a mesma caixa.  “Campo Bom vive um momento histórico e a presença dos B’Nai em nossa cidade é motivo de honra e alegria”, finalizou Jair Wingert.  O vereador Victor de Souza (PC do B), também fez uso da palavra. Ao encerrar a palestra, a Câmara de Vereadores de Campo Bom através de seu presidente Sadi Santos (PMDB) e do vereador proponente Jair Wingert entregaram aos integrantes do ’Nai  B’rith do Rio Grande do Sul um diploma de participação e agradecimento pela presença em Campo Bom.
O vereador Jair Wingert faz a leitura do diploma em homenagem aos integrantes do B’Nai e ainda na foto o presidente da Câmara, Sadi Santos e servidores do Legislativo.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SOBREVIVENTES EM CAMPO BOM

Jair Wingert é o autor da proposição que  traz a Campo Bom os sobreviventes do holocausto durante a segunda guerra mundial
Escolas 31 de Janeiro e Fernando Ferrari vão participar da palestra na Câmara na quarta-feira (29.08)

Na próxima quarta-feira (29.08), na última sessão do mês no Parlamento campo-bonense estará em Campo Bom, integrantes do B’nai B’rith onde vão realizar uma palestra aula proferida por quatro sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Estes cidadão vivem hoje em Porto Alegre e proferem palestras contando os horrores do holocausto que ceifou a vida de mais de seis milhões de judeus durante a segunda guerra mundial Esta atividade é uma parceria da B´nai B´rith do Rio Grande do Sul e do Instituto Cultural Judaico Marc Chagall com a Câmara de Vereadores de Campo Bom. O projeto foi de autoria do suplente de vereador Jair Wingert (PSB), quando esteve na Câmara de Vereadores em substituição a Sérgio Nivaldo Seibert (PSB) no dia 18 de junho. A palestra inicia às 18h e 30min e é aberta a comunidade. Foram convidados alunos do noturno das escolas Fernando Ferrari e 31 de Janeiro para participar desta verdadeira oficina de cidadania.

Holocausto nunca mais

Na avaliação do autor do projeto, Jair Wingert, o holocausto não pode ser esquecido, uma vez que a história muitas vezes tem a tendência de se repetir. “O que queremos fazer  é sensibilizar alunos, professores e a comunidade escolar, e às pessoas em geral,  sobre os malefícios de toda ordem, sejam por motivos político-ideológico, religiosos, étnicos, contra minorias e que isto não se repita jamais. Ficamos honrados em receber este grupo de sobrevivente que terão muito a nos ensinar. Quero agradecer aos colegas vereadores que aprovaram esta proposição de forma unânime em especial ao presidente do Legislativo, Sadi Santos e seu assessor Paulo e a  servidora Tânia Kunzler pela dedicação na organização do evento. Campo Bom será  beneficiada com esta palestra”, destaca Jair Wingert.

O que é o B’nai?

B´nai B´rith que é uma associação de direitos humanos e o Instituto Judaico Marc Chagall que se preocupa com a memória - colocam-se contra a intolerância, o preconceito, o racismo, a discriminação seja ela qual for.

Foto: .

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MORUNGAVA AIR

Lá pelos anos 70, tio Dino que sempre teve um espírito empreendedor, resolveu aplicar os lucros amealhados da venda de uma pequena quantidade de gado 30 mil cabeças e montou uma empresa aérea, Morungava Air, uma frota com apenas dois aviões que realizavam vôos entre duas grandes cidades, Morungava é óbvio À Nova Iorque. Visando valorizar o pessoal de Morungava toda a equipe de bordo foi treinada pelo próprio comandante Arcedino Vieira Nunes; “Comandante Dino”. Num dos aviões tio Dino e Anselmo e as aeromoças, tia Miúda e dona Nóquinha. Visando incrementar os serviços, além do tapete verde para a entrada dos  passageiros no avião, tio Dino  fez uma cozinha dentro da aeronave. Para vôos mais longos tia Miúda servia carreteiro de charque, e lanches como pão com nata e chimia, salame e biju. Pois num dos vôos até São Paulo saindo de Morungava , o piloto gaúcho Arcedino “tio Dino”, liga o microfone e começa a falar com os passageiros: “Bueno indiada, aqui é o Piloto, comandante Dino, guasca troperu parido com muito orgulho em Morungava. Deixei  meu cavalo pra ter a satisfação de acompanhar as senhoras e os senhores nessa bagaça que é o vôo 433 da Morungava Air, com destino a São Paulo e escala em Florianópolis, quintal de minha querência o meu Rio Grande amado. Neste exato momento tamu vuando a 9 mil metro de altura, sacudindo as melena, velocidadezita de 860 Km/hora, e jatemu sobrevoando a cidade de... OHHHHHHHPAAA!!! BARRRRRBARIDADE!!! DEEEEEUZULIVREEE, COMO FOI ACONTECER ISSO !!! PATRÃO VELHO, QUE FURADAAAA TCHÊ..!”; grita o comandante Dino em tom nervoso. E os passageiros escutam aqueles gritos pavorosos, seguido de um barulho infernal... - NÃÃÃÃOOOOOOO....!!!!!! Segundos depois, o comandante Dino pega o microfone e, rindo, meio sem graça, se desculpa: “Bah me desculpem xiruzada, pelo "esparramo" aki na cabine, mas é que me descuidei e me escapou da mão a cuia do meu chimarrão, que caiu bem encima da minha bombacha nova, sacumé, água meio quente.. e tal, me queimou !!!! Vocês precisam ver como é que ficou a parte da frente da minha bombacha tchê!!!”, observa o comandante Dino. Nisso grita um lacaio lá do fundo do avião, provavelmente um paulista . . .
“Gaúcho safado e  você precisa ver como ficou a parte de trás da minha calças!!!” reclamou o passageiro.
A Morungava Air funcionou até o inicio dos anos 80 e depois a empresa foi comprada por uma tal de American Airlines.

sábado, 14 de julho de 2012

TIO DINO E OS PEIXES EM ÁRVORES

Tio Dino mata a cobra, ou melhor, pesca o peixe, ou melhor... sei lá. Mas na lagoa dos Schreiber em 1978, a foto prova, tio Dino fisgou um táxi.
Em Morungava no mês de julho  costuma chover muito como em toda região e a Lagoa dos Schreiber normalmente  enche bastante. Naquela ocasião estava tio Dino e  seu parceiro de pescaria seu  Artidor. Os dois Estevam na barranca desde cedo, esperando pelas grumatãs, mas, já era perto das 14 horas, e nada das danadas. Foi quando tio Dino teve a feliz idéia de convidar o Artidor para entrar em uma lagoa ali  e tentar capturar algumas trairas para salvar a pescaria. Ele aceitou na hora, mas ao chegar à entrada da lagoa, devido aos muitos aguapés ali existentes, não conseguiram  passar com o caíco. Então, resolveram amarrá-lo no barranco, apanharam varas, algumas artificiais matadeiras e lá foram em direção à lagoa. No trajeto, andando com bastante dificuldade por causa do  lamaçal ainda existente, ouviram um barulho que vinha da direção de  uma enorme figueira; novamente o barulho se repetiu, como se fosse algo se debatendo na água; então aguçaram o ouvido, quando o Artidor falou baixinho: “Dino acho que é uma capivara”, no que Dino respondeu: “Não, não é não! Deve ser um jacaré”. Mas ao se aproximar mais da figueira, cujas raízes estavam  à mostra, constatamos tratar-se de um peixe que estava atolado em um buraco de tatu, em meio às raízes, com apenas o rabo de fora, se debatendo. Puxaram o peixe para fora, e, para surpresa, era um pintado de aproximadamente uns 8 quilos. Mas a surpresa não parou aí: ouviram novamente barulhos idênticos ao redor da figueira, quando o Artidor deu a volta e já gritou para o tio Dino: “Dino, você não acredita, aqui cada buraco tem peixe!”. Resumindo: tiveram que fazer várias viagens para transportar os peixes até o barco.  Eles Confessam  que, de todas as pescarias que fizeram essa foi a mais fácil e produtiva, a não ser aquela em que um dourado de 15 quilos saltou, e caiu dentro do barco, mas essa eu conto  em outra ocasião.

Um  peixe de 100kg
Ancelmo voltava de uma  pescaria, contando que tinha pegado um peixe de 100kg numa lagoa do banhado do Chico Lumã, já o tio Dino falou que tinha pegado uma lamparina acesa dentro da mesma lagoa. O Ancelmo falou:
- Como compadre uma lamparina acesa?
E o tio Dino de bate pronto lascou:  Ancelmo diminui o tamanho do peixe que eu apago a lamparina!!!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A AMÉRICA É CONQUISTADA POR UM "BANDO DE LOUCOS"

Corinthians um time politicamente correto: em plena ditadura a fiel mostrava engajamento político.
Nasci num lar epidermicamente futebolístico, filho menor de uma família de pessoas felizes todos colorado; Judeus/alemães. Anos 70 e uma pilha de títulos e um dos melhores times do mundo com Figueroa, Falcão, Manga, Lula, Carpegiani e Cia. ltda. A primeira palavra que disse foi “gol do Colorado”.  Ou seja desde tenra idade me tornei colorado.  Na verdade torço para o Inter, Oriente (Campo Bom), Brasil de Pelotas (Xavante) e Corinthians.  Mas explicar esta paixão pelo Corinthians? Sei que muitos gaúchos não gostam do timão por várias circunstâncias as quais respeito. Aprendi a gostar do “Corintia”  a partir de  13 de outubro de 1977 com a quebra do jejum com o gol histórico do Basílio contra a Ponte Preta. Depois veio o grande time com: Sócrates, Zenon, Vladimir, Palhinha, Casagrande, Biro Biro e tantos outros. Não esqueço anos 80 e este escriba envolvido no movimento estudantil na  busca do processo de democratização do pais. Veio então o Movimento das Diretas Já e aí os atletas do Corinthians liderados pelo Dr. Sócrates foram para os palanques dizer: “Eu quero votar para Presidente”. Todo time tem uma torcida, com o Corinthians é diferente, a torcida tem um time.  Em plena ditadura a nação corintiana  desfraldou uma faixa “Anistia ampla e irrestrita”. Outro fator quando o “Bando de loucos” começa a cantar e o Pacaembú  ruge, os adversários sentem o  “puaço”. Tentar explicar a paixão da fiel não é fácil.

Democracia Corintiana
Após uma pífia campanha no Brasileirão de 1981, Vicente Matheus deixa a presidência, após o vencimento de seu mandato, assumindo Waldemar Pires. Após a posse de Pires é nomeado Diretor de Futebol o sociólogo Adilson Monteiro Alves, que adotou como política de gestão a participação ativa dos jogadores. Nasce a Democracia Corintiana, um sistema de autogestão, ou auto-organização, onde os jogadores, comissão técnica e diretoria decidiam os rumos do departamento de futebol pelo voto direto. Contratações, demissões, escalação, concentração, enfim, tudo era decidido pelos trabalhadores, um homem, um voto, do presidente ao roupeiro todos os votos tinham o mesmo peso nas decisões. Em plena Ditadura Militar, o time do povo, com a maior torcida do país, começa a discutir política e por em debate o porquê de uma ditadura, utilizando o futebol, caracterizado pelo conservadorismo até os dias de hoje.
Outro ponto não menos relevante, foi a desmistificação da dependência direta dos patrocínios de camisa, durante a democracia as camisas carregavam dizeres políticos como “diretas já” ou “eu quero votar para presidente”, trazendo para o futebol a consciência política que já se desenvolvia há anos em outros setores da sociedade ligados a diversos movimentos sociais durante a ditadura militar brasileira.

Tite: um gaúcho vencedor
O Coringão tem profunda ligações com o Rio Grande do Sul. Em 1977 Osvaldo Brandão; gaúcho de Taquara deu o título após um jejum de mais de vinte anos sem taça no Parque São Jorge. Mano Menezes; gaúcho com passagem pelo 15 de Campo Bom tirou o Coringão da segundona e deu o título. Agora Adenor Bach (Fala demais) este gaúcho que está fazendo escola, mostrando que é possível vencer com um time comum, com disciplina tática e marcação.  Tite além de ter o time na mão provou que o coletivo pode sobrepujar a individualidade. Um time comum que marca  como se fosse  alguém que faz três dias que não almoça. Uma equipe que assimilou a mística da República Popular Corintiana Um time de operários que venceu.   O Corinthians é o único time do Brasil que marca a saída de bola. Tite tem o time na mão e tem Alex um predestinado que aprendeu a ser vencedor no Internacional, onde conquistou a Libertadores – 2006, o Mundial 2006, a Recopa 2007, o gauchão 2008 e a Sul-Americana 2008. O Coringão é campeão da America, ou seja, o Bando de Loucos acabou de conquistar a America, daqui para frente tudo que vier é lucro. Em dezembro o Japão vai tremer!.
Tite: mais um gaúcho na vida do timão; campeão da Libertadores 2012, rumo ao mundial de clubes no Japão.

sábado, 30 de junho de 2012

AS LIÇÕES DOS BABUÍNOS

Vivemos num mundo de competitividade às vezes esta competição chega a beira da selvageria, gerando pessoas doentes no físico, na mente e no espírito, aliás, a grande maioria das doenças começam no subconsciente e pouco tempo depois vem a manifestação no corpo físico, gerando doenças em função do desequilíbrio psicossomático. Como palestrante e consultor na área de  vendas e motivação de empresas, clubes de futebol e outros, observo que cada vez mais o importante é a valorização do ser humano.  A  pessoa é a maior riqueza que uma instituição, uma cidade, um estado e país possui. Um computador ou outra máquina qualquer não consegue sorrir ou abraçar.  Podemos observar que além de todas as novas leis e práticas que foram criadas nas últimas décadas para defender e dar mais direitos ao profissional, o parceiro necessita de um plus “a mais” para a boa execução do trabalho: ele precisa ser e estar motivado. Um dos perigos que assola as empresas e corporações é o “BOM”, porque as pesquisa que apontam como resultado: “bom” geram uma acomodação. Seria melhor regular ou ruim do que bom. O bom tende a se acomodar, vender menos e encantar menos. O caminho é o EXCELENTE. Temos que atingir a excelência em nossas relações, em nossa família, em nossa empresa, na nossa igreja e nos setores da comunidade que estamos inseridos. Outro dia  uma loja  de médio porte da região metropolitana de Porto Alegre  nos convidou para a realização de uma  pesquisa e depois uma série de palestras visando detectar problemas e aumentar as vendas. Pesquisa interna feita e o diagnostico: os  colaboradores estavam sem motivação, tinham metas, mas sem motivação é impossível encantar e surpreender os clientes. Poucas são as pessoas que se empenham ao máximo num emprego onde não são reconhecidas ou valorizadas. Os gestores são os principais influenciadores e responsáveis pelo desempenho de seus subordinados. É claro que o colaborador foi contratado para que exerça sua função com abnegação e  qualidade. Porém, ao reconhecer esforços, acaba-se também de dizer que a pessoa está preparada para deveres de igual ou maior complexidade. Sem este feedback de desempenho, dificilmente o profissional saberá se o seu trabalho têm atendido às expectativas da empresa. Demonstrar confiança e consideração são atitudes-chave para um relacionamento saudável e produtivo entre líder e liderado. O grane conceito de liderança servidora defendida por  James Hunter autor de O Monge e o Executivo e Como ser um líder servidor aponta que o caminho é romper velhos paradigmas e apostar em um ambiente de afeto, compreensão, carinho senão vejamos um exemplo bem clássico encontramos na natureza. Uma família de babuínos pode ser muito numerosa e ter de oito a cinquenta membros. Quando várias famílias  se juntam o bando se torna enorme. Cada membro do bando sabe exatamente o seu lugar e jamais se afasta  para longe dele. Por exemplo, quando os babuínos estão se deslocando pela roça, os machos menos importantes vão à frente, seguido das fêmeas que não tem filhotes. Então vem os jovens babuínos já desmamados. No meio do bando ficam as fêmeas que carregam seus bebês. Seguindo de perto e vigiando estas mamães babuínas estão os machos importantes, incluindo o chefe que dá todas as ordens. Daí vem  outras fêmeas sem filhotes e finalmente, outros jovens machos. Como se pode ver, as mães com bebês são protegidas por todos os lados com esta organização. Na verdade os membros dos babuínos sempre dedicam cuidados especiais aos seus filhos. Eles demonstram um amor quase humano por eles, bem como, pelos doentes e feridos. Os babuínos jamais abandonam um membro doente, onde os leões ou leopardos (seus principais inimigos) os possam apanhar. O choro de bebê babuíno  sempre trará  em seu auxilio os machos crescidos do bando, que virão correndo socorrê-lo. No grupo todos trabalham irmanados e lutam pela segurança dos outros membros. Há sempre um chefe do bando que é macho dominador. Ele porém não impera pela força. Na verdade existe muito pouca luta e desavença entre eles. Os membros do bando passam a maior parte do tempo acariciando-se mutuamente ao invés de brigar. Um bando de babuínos é um bom exemplo de como uma família, uma empresa, uma igreja, um clube de serviço, uma associação de bairro ou uma ONG  deve trabalhar em harmonia para a segurança e beneficio de cada um dos membros. Cada um deveria ajudar a proteger, incentivar e encorajar os demais.

Para Meditar

“Um eu forte e maduro aquieta sua ansiedade, protege quem ama, pede desculpas sem medo, aponta primeiro o dedo para si antes de falar dos erros dos outros, repensa sua história, exige menos e se doa mais, não tem a necessidade neurótica de mudar  quem está ao seu redor, conhece, portanto, todas as letras do alfabeto do amor inteligente”.(Augusto Cury - Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O APRENDIZADO

Jair Wingert “O Marco Pólo da imprensa” e o Dr. Augusto Cury em Sapiranga. Hoje o psiquiatra/escritor e o jornalista são bons amigos.
Aprendi que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos e maravilhosos do mundo. Eu aprendi  que ser gentil é mais importante do que estar certo. Eu aprendi que eu sempre posso orar por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma. Eu aprendi que os amigos que te traíram na verdade não eram amigos.  Aprendi que não importa quanta seriedade à vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos. Eu aprendi que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.  Eu aprendi que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto. Eu aprendi que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos. Eu aprendi que dinheiro não compra 'classe' Eu aprendi que são os pequenos acontecimentos diários é que tornam a vida espetacular. Eu aprendi que debaixo da 'casca grossa' existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada. Eu aprendi que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa?  Eu aprendi que ignorar os fatos não os altera. Eu aprendi que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas. Eu aprendi que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa  é estar cercado de gente mais inteligente do que eu ( e isso não é difícil). Eu aprendi que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso. Eu aprendi que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa. Eu aprendi que a vida é dura, mas eu sou mais ainda. Eu aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. Eu aprendi que Deus jamais nos dá uma cruz da qual não possamos carregar. Eu aprendi que o jogo não termina no intervalo e que no segundo tempo é possível vencer. Eu aprendi que a maioria dos problemas que  a gente sofre nunca aconteceram, então porque sofrer por antecipação?  Eu aprendi que devemos sempre ter palavras doces e gentis, pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las. Eu aprendi que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência. Eu aprendi
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.
Eu aprendi que alguém só poderá me magoar ou ferir se eu permitir. Eu aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você está escalando-a. Eu aprendi.que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte. Eu aprendi que quanto menos tempo tenho mais coisas consigo fazer. Eu aprendi que saudade dói. Eu aprendi que a vida é uma só e o tempo não pára e nem volta mais... Portanto temos que viver o hoje como se não houvesse o amanhã. Ser feliz é hoje, o amanhã não me pertence. Pense nisso.

Dr. Augusto Cury: o maior escritor brasileiro
É o maior escritor brasileiro da atualidade, seus livros ajudam a gente a melhorar como seres humanos. Um dia este psiquiatra que era ateu se isolou na cidadezinha de Colina São Paulo e reestudou a psicologia e ao escrever sobre o maior líder que existiu na terra; Jesus Cristo se apaixonou pela mensagem do Nazareno e escreveu vários livros sobre os aspectos psicológicos de Jesus (A analise da inteligência de Cristo) – O Mestre dos Mestres, O Mestre da Sensibilidade, O Mestre do Amor e outros. Depois vieram inúmeros livros – A saga do Vendedor de Sonhos e também e O Futuro da Humanidade. Augusto Cury é muito bom. È um ser humano que vive o que prega. È uma pessoa humilde e de fácil acesso. Em 2008 tive a satisfação de indicá-lo para palestrar em Sapíranga e graças à secretária de Educação, a educadora Cleidi do Prado a Prefeitura de Sapiranga trouxe o Dr. Augusto Cury no dia da Família no Centro de Cultura Lucio Fleck. Para mim, além do caderno da viagem dos desempregados a Brasília, onde juntamente com a Evanir Martini (diretora do JS/O Fato e mais o Gilson Ohlweiller fizemos um baita trabalho. Um show de cobertura) Foram oito páginas coloridas abordando a luta dos desempregados e a mobilização das autoridades aqui da região, inclusive o falecido deputado Julio Redecker. Retornamos de Brasília na quarta-feira à noite, na quinta-feira confeccionamos o caderno e sexta-feira quando os ônibus de desempregados começaram chegar a Campo Bom e Sapiranga lá estavamos nós distribuindo o caderno da Marcha a Brasília. Cá para nós isso tem nome. Além desta cobertura e de muitas outras como as finais 15 e Inter do campeonato gaúcho, a entrevista com o Dr. Augusto Cury foi algo sensacional para mim, enquanto profissional. Ao entrevistá-lo num dado momento após as perguntas, ele na coletiva junto ao Hotel das Rosas, me abraçou e disse: “Você é o Marco Pólo da imprensa”. Para mim foi um grandioso, um elogio vindo de uma figura como o Dr. Augusto Cury não é sempre e principalmente em se tratando de Marco Pólo personagem do livro O Futuro da Humanidade. Fiquei lisonjeado em ter sugerido a vinda do Dr. Cury a Sapiranga e mais ainda em conhecê-lo pessoalmente e isto só foi possível em função da melhor profissão do mundo: jornalista. Na verdade sou um escrevinhador; contador de causos e histórias.