quarta-feira, 13 de julho de 2016

VEREADOR JAIR WINGERT SOLICITA APOIO A CRIANÇA CIDADÃ

Vereador Jair Wingert encaminhou a Prefeitura sugestão para firmar convênio com o projeto Criança Cidadã. A principal deficiência é a falta de um ônibus para transportar crianças do Mônaco, Barrinha e 25 de Julho.

O vereador Jair Wingert do PP de Campo Bom sempre atento as questões sociais da cidade, na segunda-feira teve aprovado por unanimidade um Requerimento no qual solicita que a administração municipal estude a possibilidade de firmar um convênio com o Projeto Criança Cidadã que hoje está localizado na Rua Cacequí, 240 no Imigrante Norte. Segundo o vereador o projeto que é coordenado pelo casal, André e Márcia de Britto e voluntários atende crianças de famílias de baixa renda no contra turno oportunizando oficinas, aulas de musica, ajuda nos temas de casa e uma gama variada de atividades, objetivando formar cidadãos íntegros comprometidos com a cultura da paz. Em seu pronunciamento o vereador Wingert salientou que quando no bairro 25 de Julho onde nasceu o Criança Cidadã eram atendidas em torno de 140 crianças vindas do Mônaco, Barrinha e do próprio 25 de Julho, porém com a mudança de endereço, o Criança Cidadã se deslocou para o outro lado da cidade, as crianças do Mônaco, Barrinha e 25 de Julho encontram dificuldades de transporte para participar desta importante oficina de cidadania plena. Hoje 40 crianças estão frequentando o Criança Cidadã. O progressista sugere que o município disponibilize um veiculo (ônibus) para realizar este transporte, ou que busque a aquisição de um veiculo deste porte junto ao Ministério de Educação e Cultura. “Nossa fiquei encantado com o trabalho realizado pelo André e a Márcia e sua equipe de voluntários. Eles estão realizando algo que os poderes constituídos deveriam fazê-lo, principalmente o Estado e a União. O Criança Cidadã é um projeto que nasceu no coração de Deus e deve ser apoiado pela comunidade campo-bonense”, argumenta Jair Wingert que segue seu raciocínio: “Projetos deste porte precisam ser incentivados e abraçados pelas autoridades, pois eles formam pessoas de bem, seres pensantes, capazes de transformar o meio em que vivem e acima de tudo serão adultos éticos, humanistas e pessoas de fé. Acredito que é importantíssimo conseguir um veículos via convênio ou com o governo Federal para transportar estas crianças que frequentavam o projeto”, finaliza Wingert.

VEREADOR PEDE FAIXAS DE SEGURANÇA EM ESCOLAS

O vereador do Partido Progressista de Campo Bom, Jair Wingert defende ações na questão do trânsito no sentido de proteção a vida e na mobilidade urbana. Esta semana o vereador encaminhou a Secretaria de Obras dois pedidos para que sejam implantadas duas Faixas de Segurança em frente as EMEIs - Cebolinha na Rua Lateral no bairro Quatro Colônias e na Pedacinho do Céu na Rua Mauricio Sirotsky Sobrinho no bairro Alto Paulista. “Nossa sugestão é que seja feito uma vistoria na frente de todas as escolas de Campo Bom no sentido de verificar se as Faixas de Segurança estão visíveis. O caminho é proteger as nossas crianças e seus familiares”, opina Wingert.

Vereador Jair Wingert (PP) pede a implantação de Faixa de Segurança na frente da EMEI Cebolinha em Quatro Colônias.

E na Pedacinho do Céu no Alto Paulista.

terça-feira, 12 de julho de 2016

JAIR WINGERT SOLICITA MELHORIAS NO FIRENZE

O vereador do PP, Jair Wingert encaminhou uma Indicação a Prefeitura solicitando que a Secretaria de Obras execute urgentemente reparos na área de lazer (Pracinha) na Rua Tania Simon no Loteamento Firenze, pois brinquedos precisam de conserto, bem como, o local carece de manutenção especialmente a quadra poliesportiva uma vez que o piso está desgastado, as goleiras enferrujadas. “Encaminhamos este pedido pois está é a única área publica de lazer no Firenze e necessita de reparos e reurbanização urgente”, observa o vereador progressista.

A quadra poliesportiva do local também encontra-se desgastada pela ação do tempo, bem como, as goleiras estão enferrujadas.

Área de lazer na Tânia Simon no Firenze carece de melhorias.

JAIR WINGERT PEDE MELHORIAS NO RIO BRANCO


Academia ao Ar Livre, vereador pede a colocação do nome em homenagem a Remi Cemin-Fritz.
O vereador Jair Wingert do PP na ultima semana intensificou as visitas ao bairro Rio Branco com intuito de ampliar e melhorar suas ações parlamentares dentro das premissas de participação direta da comunidade com o mandato. O vereador encaminhou a Prefeitura uma série de pedidos de melhorias na área de infraestrutura do Rio Branco. Podendo destacar: A colocação da placa indicativa com o nome do homenageado na Academia ao Ar Livre na Rua Tapajós próximo ao VIADEI. O espaço leva o nome de Remi Cemin – Fritz projeto de Lei de autoria do vereador Jair Wingert e aprovado pela Câmara de Vereadores e Prefeitura. O progressista também solicitou o conserto de bloquetos soltos na Academia e a capina do local, pois os inços estão crescendo em meio aos bloquetos.

Vereador Jair solicita conserto dos bloquetos da Academia ao Ar Livre no Rio Branco.

Sofá na Quadra

O vereador solicitou o recolhimento imediato de um sofá velho que está dentro da Quadra Poliesportiva no Rio Branco localizada nas ruas Tapajós e Tomé Paz. O referido sofá é um local de “descanso” usado pelos dependentes químicos a noite, sendo que a garotada ao jogar futebol encontra dificuldades pois o móvel atrapalha a movimentação dos jogadores.

Pracinha

Progressista solicitou conserto de brinquedos junto a Pracinha na frente da Escola Emilio Vetter no Rio Branco.

Além do pedido recente da pintura de uma Faixa de Segurança em frente à Escola Emilio Vetter, o vereador também pediu o conserto dos balanços junto a Pracinha na Tapajós e João Pedro Dias em frente a escola. Existe um balanço quebrado que carece de conserto.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

TIO DINO: O RETORNO

Ficar sábio antes de envelhecer é tudo.


Em tempos bicudos nada melhor que um “pit stop” para recarregar as baterias físicas e espirituais e nada melhor que o velho e bom Morungava. Não existe lugar mais bonito e hospitaleiro que a terra que viu nascer e que um dia (vai demorar) até porque os Wingert são longevos pra dedéu. Um Wingert que morre com 85 anos é considerado um guri. Conta-se que uma parenta nossa com 118 anos de vida estava à beira do caixão de um dos seus filhos que havia morrido com 87 anos e disse está pérola olhando para o outro filho de 93 anos: “Eu sempre dizia que este guri não iria se criar e morreria cedo” Pois é, mas este escriba quer repousar lá no velho Morungava quando este corpo alquebrado pelos 125 anos não me permitir mais jogar no Guarani, nem escrever, torcer pelo Colorado, não conseguir mais ler Leandro Karnal, Neruda, Quintana, Erico Verissimo Borges nem mijar no vaso, muito menos limpar a bunda, ai estará na hora de dizer”Fui. Vazei”, mas na minha lápide quero a escrita: “Aqui jaz muito a contra gosto um jornalista que amou a família, os amigos, os livros e a verdade. Um judeu o qual ninguém mandou!” Mas isso quando estiver escafedido, dobrando a curva da boa esperança. Mas voltando a Morungava e sua gente hospitaleira, seus sítios bucólicos, suas estradas de chão batido onde a poesia vira realidade ao cruzar por uma carreta de bois cheia de pasto, um “guaipéca” correndo na frente dos bois e um colono tirando o chapéu para te cumprimentar. No barranco destas estradas um colorido de flores do campo que nem Picasso ou Van Gogh seriam capazes de  pintar. Parafraseando o poeta Marco Aurélio Campos digo: “Sou enfim, o sabiá que canta. alegre, embora sozinho. Sou gemido do moinho, um tom triste que encanta. Sou pó que se levanta. Sou raiz, sou sangue, sou verso. Sou maior que a história grega. Eu sou morungavense, e me chega prá ser feliz no universo”.  E próximo aos finados um “ventito tangueadito” vindo do litoral que pelos olhos da fé até se sente o cheiro do mar. Nos galpões em dias invernais colonos sentam a beira do fogo tendo o teto rodeado de picumã, onde contam causos de carreiradas, pescarias e assombrações. E lá em Morungava o velho taura, cerne curado que o Rio Grande tem, tio Dino é uma espécie de Confúcio galponeiro com o conselho sábio e a palavra certa na hora incerta. Tio Dino envelheceu melhorando, contrário de muitos aqui na cidade que a idade os piora, aliás, até os canalhas branqueiam o cabelo. Na peça de Shakespeare, o bobo da corte, leal companheiro de Lear durante a peça, sintetiza o destino do rei: “Pobre Lear, que ficou velho antes de ficar sábio.” Nessa referência ao erro cometido pelo nobre, o bobo nos apresenta o grande problema: Lear não soube envelhecer e ganhar o único fruto que a idade pode dar em troca de todas as outras perdas: o conhecimento. Com ele, somos capazes de manipular tudo e todos, quem sabe chegar ao Übermensch de Nietzsche. Hamlet tenta fazer disso sua razão de viver e acaba por matar quase toda a corte da Dinamarca, incluindo a si mesmo, em um jogo político intricado e problemático. Hamlet supera a vilania do usurpador Claudio, assassino de seu pai, mas paga um alto preço ao morrer atingido pela espada envenenada. Caro leitor desculpe  ser prolixo  no texto mas   há motivos, pois minha escrita muitas vezes esconde canhões entre os ramalhetes de flores. E no teatro dos vampiros somos todos atores, segundo mestre Valter. E na banda da ilusão eu vou tocando o bombardão. Ah e se eu não vou a banda vem para me buscar! Pão quente com “chimia” e nata tirada do leite e não os veneninhos dos mercados (vai uma dose de sódio ai?), café passado no saco (de pano); o aroma que inunda a casa velha testemunha ocular de muitas escaramuças nos tempos de revoluções e de muitas reuniões dos 11. À noitinha entre o fogo de chão o mesmo ritual, chimarrão de mão em mão. O chimarrão é a bebida mais democrática que existe, pois na mesma cuia sorvem o mate da esperança; estancieiro e peão. O chimarrão tem gosto de esperança e embala sonhos. Na beira do fogo de chão ao lado dos peões, os cães e gatos também se ajeitam e no céu tendo como pano de fundo o Itacolomi, uma estrela cadente corta a noite morungavense para um pedido ser feito. O velho Dino conta que nos tempos brabos havia na região um taura temido por todos, morava no Paredão e era daqueles de faca na bota. Gaudério que tinha dizem as más línguas umas dez mortes nas costas, a maioria as traições. Andava sempre armado e gostava de confusão nos bailes, nas canchas de carreira, no jogo do osso. Afirmam que num carteado na casa de dona Emerenciana levantou com nove cartas no bolso do casaco, não sem antes dar três tiros no forro da casa num medonho “buenas noites”. Não é que em Morungava morava um sujeito chamado Abrelino medroso, imagina um homem medroso. Imaginou? Multiplica por três. O ônibus que seguia para Porto Alegre parou na faixa e Abrelino adentrou. O medroso seguiu para o fundo do ônibus que já estava lotado e sentou no único lugar vago, mas percebeu que havia várias pessoas de pé no corredor. Pensou: “Porque será que só este lugar está vago?” Sentado e feliz por não ter que viajar até a capital de pé, Abrelino olhou para o lado e notou que seu companheiro de viagem era o sujeito aquele, o valentão. Abrelino já tremendo, suando frio e as tripas roncando ainda percebeu que o taura tinha um revolver 38 na cintura e um punhal. Mas o teatino do Paredão por sorte estava dormindo, roncava e babava no canto da boca. O nervosismo de Abrelino foi tão grande que não se aguentou e vomitou, mas pensa num vomito... Botou para fora os três ovos fritos, feijão mexido, linguiça, pão com chimia e duas xícaras de café e sabe onde?  No colo do valentão que seguiu roncando. Mais apavorado que nenê cagado Abrelino sentiu que morreria ali mesmo quando o sujeito acordasse. Pouco antes de chegar à capital o índio malacara acorda e olha aquele café da manhã todo no seu colo, passa a mão no revólver e antes de qualquer coisa Abrelino que ficou sábio antes de envelhecer pergunta com cara de “preocupado” com o colega de banco: “O senhor está melhor?”

Tem que ter concurso. 100% Morungava  - Jair Wingert; jornalista.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

VEREADOR JAIR WINGERT AGRADECE POR MAIS UMA OBRA

O trilho estava assim no Jardim do Sol...

O vereador do Partido Progressista, Jair Wingert se destaca na sua atuação forte no sentido de buscar soluções e canalizar demandas da comunidade dos mais variados bairros da cidade. O vereador Jair Wingert (PP) foi autor do pedido para que a Prefeitura implantasse um passeio público com bloquetos junto ao trilho entre as ruas – Senador Teotonio Vilella e Arnildo Schmidt (próximo a antiga sede esportiva da Schmidt Irmãos) no bairro Jardim do Sol. Esta pauta do vereador vinha desde 2009 quando suplente, porém em 2014 a Prefeitura atendeu e a obra ficou excelente atendendo os moradores que por ali transitam. Porém as fortes chuvas do ano passado causou problemas e parte dos bloquetos começaram a ceder. Mais uma vez o vereador Jair Wingert entrou em ação solicitando o conserto do local, devolvendo assim a mobilidade urbana e segurança a comunidade. Pois nesta terça-feira (05.07) a equipe do secretário Nirio Breunig (Secretário de Obras) esteve no local e executou um trabalho de recuperação. O progressista elogiou o trabalho e enfatizou: “Nós como entes públicos precisamos estar atentos as demandas da comunidade. Coisas simples não podem passar desapercebidas pelos políticos. Estou atento as demandas da população e procuramos encaminhá-las. Ali no Jardim do Sol havia uma demanda importante e agradecemos ao prefeito Faisal e ao vice-prefeito Marcos Riegel pela vontade política e determinação em equacionar os problemas estruturais. Também agradeço ao secretário Nirio pelo profissionalismo e competência. O serviço ficou excelente, inclusive uma boca-de-lobo foi remodelada e ampliada sua bitola evitando alagamentos neste passeio público”, destaca Wingert do PP.

Após o pedido do vereador Jair Wingert (PP) e do excelente trabalho da equipe das Obras o trilho ficou assim.

VEREADOR JAIR WINGERT, GABINETE DE PORTAS ABERTAS

O vereador Jair Wingert além de estar presente nos bairros da cidade, ouvindo a comunidade campo-bonense e canalizando as reivindicações da mesma se destaca como um parlamentar sempre presente na Câmara de Vereadores, onde todos os dias recebe a comunidade. “Se tem coisa que eu gosto é de pessoas. Adoro dialogar com as pessoas e na maioria das vezes, eles apenas desejam ser ouvidos, porque nos dias atuais ninguém mais tem tempo de parar e ouvir seu irmão. Procuro ouvir e ajudar a todos, sem distinção, pois fui eleito para isso. Tenho compromisso com a comunidade”, afirma Jair Wingert do PP.

Esta semana o vereador recebeu em seu gabinete vários amigos dentre os quais, o ex-goleiro Damiani Marins “Chita” que voava debaixo das traves, defendendo o Oriente, 15 de Novembro, Cairú e Strassburger (SESI). Quem também visitou o gabinete do vereador Jair Wingert foi Silvio Soares ex-impressor da Caeté e de outras gráficas. Também visitou o gabinete do progressista o vice-prefeito Marcos Riegel (PP) que tratou de estratégias para a eleição de outubro próximo, bem como, trocou ideias sobre os rumos do PP de Campo Bom. “Nosso gabinete sempre esteve de portas abertas a comunidade. Comigo não tem tranqueira. Receber amigos como o Chita que para mim foi um dos melhores goleiros de Campo Bom. Ao lado do Bilú, do Veio, do Decão, do João Odácio “João Dego” e do Renê, o Chita foi um dos mestres embaixo das traves. Já o Silvio Soares, morador do Alto Paulista, pai do Rafael, do Samuel e do Ezequiel foi um bruxo na arte da impressão. Ele conhecia tudo de impressão gráfica; era mestre no que fazia. E o meu amigo e irmão Marcos Riegel é um sujeito que vem ocupando espaços e logo ali o PP terá o Riegel como protagonista de uma história maior na cidade. Pode apostar”, destaca Jair Wingert (PP).

Vice-prefeito Marcos Riegel visitou gabinete do vereador Jair Wingert.

O ex-goleiro Chita uma lenda do futebol campo-bonense visitou o vereador Jair Wingert e falou sobre projetos de escolinhas para jovens carentes.

Silvio Soares impressor de alta qualidade também veio conhecer o gabinete do progressista.