terça-feira, 7 de julho de 2015

O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS - MORUNGAVA X GLORINHA

A educação é chave para transformar o meio em que vivemos. O novo homem só surgirá com investimentos pesados em educação. Também creio que o esporte é uma forte ferramenta de inclusão. Você já parou para pensar, quantos campinhos de futebol existem no seu bairro? No Rio Branco anos 70 e 80 havia no mínimo cinco campinhos e todos sempre estavam lotados. O menino que hoje corre atrás de uma bola, amanhã não vai correr da Policia com um três oitão na cintura. No meu tempo craque era quem jogava bem futebol e só. Tem coisas que se eu contar ninguém acredita. Um dos grandes clássicos da região que integra a Grande Morungava, era justamente Morungava e Glorinha. O torneio chegou aos finalmente e a grande final envolvia dois adversários ferrenhos. Não raro os encontros do esporte bretão, ou seja, os prélios entre Morungava e Glorinha terminava em brigas históricas que varavam a noite (prélio, esporte bretão e varavam, o que é a cultura???) Facão, tiros, pedradas, taquaradas eram uma constante. Uma vez numa decisão a briga foi tão grande com tanto tiro que furou a taipa do açude dos Schreiber e deu enchente no Morungava. O árbitro desta partida foi o lendário... Arcedino Vieira Nunes; o tio Dino. Ele apitou a partida final com dois revólveres na cintura e uma caixa de balas nos bolsos. Cada falta apitada ou cartão dado, tio Dino dava um tiro para cima. Encerrada a partida, o velho Dino de tanto tiro que deu inchou os dedos indicadores que não conseguiu tirar as armas das mãos. Somente na segunda-feira ao meio quando os dedos desincharam é que conseguiu tirar os revólveres das mãos. Contando ninguém acredita. Três anos depois outra final. O primeiro encontro aconteceu no campo do Glorinha; chamado de Maracanã. O clássico terminou empatado em 4 a 4 com o Glorinha marcando o gol de empate aos 54 minutos do segundo tempo, lembrando um jogo entre um time da capital e o Caxias. O interessante é que o árbitro era indicado pelo dono da casa, ou seja, em Morungava a arbitragem estaria a cargo do trio – Arcedino “tio Dino”, e como auxiliares – Heitor e Ismael. A semana inteira o Morungava se preparou. Os jogadores até exercícios fizeram, correndo ao redor do campo. A direção liberou verba para comprar em Porto Alegre na Ughini uma bola nova de couro. Coisa linda, um gomo branco e outro preto. Domingo pela manhã mês de julho, cerração baixa, gramado molhado e um frio enorme, mas nós estávamos lá ajudando a marcar o campo com cal. Os vestiários e a copa também foram caiados. Rede nova, goleiras novas com eucaliptos cortados na sexta-feira. Atrás da copa a equipe dos foguetes traçava um plano para soltar três mil tiros quando o Morungava entrasse em campo. Na copa tudo preparado, pasteis, ovo cortido, biju, rapadura e novidade um negócio chamado chiclé Ping Pong que vinha com as figurinhas do campeonato brasileiro de 1975. As bebidas eram sódinha da Cassel, Água da Pedra de Rolante e as cervejas Serramalte e Polar. A cerração levantou e o sol rachou. Para preservar o gramado os jogos do veterano pela manhã e do segundo quadro foram cancelados. A equipe de Glorinha veio em duas Kombi e a torcida chegou soltando foguetes em seis caminhões clima ficou tenso lembrando o clássico Boca Juniors e River Plate salvo é obvio as devidas proporções. Dentro do ritual do futebol, as camisas do Morungava foram benzidas pela dona Lilóca; poderosa nas preces. O técnico do Morungava era o Duarte; delegado em Porto Alegre que treinava a equipe e atuava como volante. O grande ídolo do Morungava era o atacante Sula; goleador da competição com 17 gols e que já atuara nos juvenis do Internacional e como profissional do São José de Porto Alegre, treinado pelo então iniciante Ênio Andrade. Sula chutava com os dois pés, cabeceava bem (sabia fazer gol) e tinha um drible nojento. Era o ídolo da torcida ao lado do meia Alceu e do zagueiro Loth. A equipe do Morungava concentrou no Hotel do Antônio Pohren que todos chamavam de Antônio Porão. O hotel e restaurante ficava na beira da estrada que liga Taquara a Porto Alegre, a RS 020 bem na entrada para o centro de Morungava. Nesta estrada nos anos 60 havia as corridas de carros (baratas), onde os Morungavense ficavam no barranco esperando passar a barata do Catarina Andreatta, do Rosito ou do José Asmuz. O local era local parada obrigatória a quem se deslocava para praia. Não havia a Free Way e Morungava era a rota certa dos veranistas que no restaurante do Antônio Porão saboreavam o almoço caseiro, ou o café com cuca, linguiça do Alebrandt, ovos estrelado com pão caseiro quentinho feito pela dona Verena. Havia no campo no mínimo três mil pessoas, os parapeitos foram logo ocupados. No vestiário do Morungava, Duarte pedia calma e marcação sob pressão. O massagista Lealdino dava um gole de um produto que ninguém sabia ao certo o que era, mas esquentava até as orelhas dos atletas. Uns diziam que a poção mágica do massagista era composta por dez comprimidos de “Reativan”, um tubo de cebion 2 gramas e muita água, mas o velho massagista nunca revelou a fórmula mágica. O Morungava entrou em campo para o aquecimento e ainda hoje lembro o cheiro do óleo verde, produto usado para esquentar a musculatura e muito utilizado pelos jogadores inclusive profissionais. O óleo verde era fabricado pelo Laboratório Catarinense. Aquecimento feito, o Morungava voltou ao vestiário e logo em seguida entra em campo sob uma chuva de papel picado e três mil tiros de foguetes. A “bombonera” era ali meu povo! O jogo apitado pelo tio Dino iniciou e logo o Glorinha chutou uma bola no travessão. O Morungava não se encontrava em campo, errava passes. A bola não chegava até o centroavante Sula que estava como um leão a espera de uma bola, uma única bola. Sula era do tipo dos atacantes que agem como aqueles cachorros que ficam ali no portão deitados dormindo e ai tu entra, pensando “esse guaipeca” só dorme, mas quando tu estás a dois passos da porta, sente uma mordida e uma dor lancinante no calcanhar, olhando para trás e eis que o guaipeca está grudado no teu pé. Assim são os atacantes matadores que se fazem de morto para comer o coveiro. Assim era Flávio Bicudo, Dário “Dadá Maravilha”, Romário, Geraldão, Fernandão, Nilmar, Baltazar, Andrè Catimba e o Sula. O Glorinha abriu o placar numa falha da zaga, fez 2, 3, 4, 5. O primeiro tempo terminou 6 a 0 para o Glorinha. Dizem que no vestiário como fez um presidente de um clube da capital anos depois abriram um garrafão de vinho para comemorar. A torcida do Morungava não acreditava no que estava vendo. Alguns torcedores mais incrédulos disfarçaram e entraram num canavial e foram embora. Os torcedores mais supersticiosos afirmavam que o Glorinha havia encomendado uma mandinga para ganhar o clássico e amarraram os jogadores do Morungava. Se isso funcionasse o campeonato baiano terminava empatado. Segundo tempo inicia e a catástrofe avança num estilo de épico grego. O Glorinha faz 7, 8, 9 e aos 36 minutos faz 10 a zero. Aos 38 minutos pênalti contra o Morungava, a cobrança com perfeição decreta 11 a zero, vexame pior só 7 a 1 contra a Alemanha anos depois sob a chancela do prepotente “Felipão Scolari”. A torcida do Glorinha comemorava e apenas uns 150 torcedores do Morungava aguardavam o término da partida presenciaram algo inacreditável. Aos 42 minutos, o lateral Orlando (irmão da Iolanda Margarida) pegou a bola tabelou com o meia Alceu que alçou a chinóca. Na entrada da área na goleira da estrada, Sula mata no peito e de voleio acerta uma bomba, a bola bate na junção entre a trave e o poste, na forquilha, ali onde a coruja dorme, porém não entra. A goleira fora pregada as traves e para reforçar foi colocado um arame que se soltou ficando um fio de no máximo dez centímetros. Pois não é que a bola ficou pendurada neste fio e com a força do chute ficou balançando, para dentro de para fora do gol e a cada vez que ultrapassava a linha tio Dino atento apitava gol. Quando chegou a 12 gols a bola esvaziou em função do furo com o arame. A partida terminou em confusão, mas o Morungava comemorou mais um título. O Glorinha tentou protestar, mas o ditado é certo troféu no armário ninguém mais tira. Contando ninguém acredita, parece mentira, mas não é. – 100% Morungava – Tem que ter concurso. Jair Wingert; jornalista.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

VEREADOR RECEBE VISITA ILUSTRE

A cultura é uma das muitas ferramentas de inclusão, mas a cultura descentralizada, porque como diz o poeta: “Todo artista deve ir onde o povo está”. O vereador Jair Wingert sempre apoiou e incentivou as manifestações culturais, inclusive defende a criação em Campo Bom de um projeto “Cultura no Bairro”, onde  através de  recursos Federais  o município adquira uma espécie de “Circo Voador” e este se instala  nos bairros, onde  durante a semana, pela manhã e tarde aconteçam oficinas de pintura, música, teatro, palestras e no final de semana apresentação da Banda Municipal de Campo Bom numa retreta, bem como, a noite neste “Circo Voador” os talentos locais (músicos, cantores, declamadores) fariam suas apresentações em turno oposto para as crianças e adolescentes, porém esta sugestão do vereador foi reprovada na Câmara de Vereadores  pela bancada do governo PMDB, PP e PPS. 
Esta semana o gabinete do socialista recebeu a ilustre visita do sargento aposentado da Brigada Militar, Adilson Lopes Machado que também é comunicador de rádio e poeta com  vários livros  editados. O sargento Adilson recentemente foi homenageado na Câmara de Vereadores pelos  serviços prestados a comunidade na área de segurança pública e cultural. A homenagem foi proposta pelo vereador Jair Wingert do PSB. 
Sargento Adilson entregou ao vereador Jair Wingert um exemplar de seu livro e um CD contendo poemas e reflexões.
“A escrita do Adilson fala direto ao coração das pessoas deste século marcado pela falta de fé e de esperança”

Na tarde de quinta-feira (02.07), o poeta e comunicador visitou o vereador Jair Wingert para presenteá-lo com um exemplar autografado do seu mais recente trabalho, o livro “Lágrimas de uma mãe”, editado pela Papuesta. Além do livro o sargento Adilson entregou ao vereador um CD contendo 20 mensagens de reflexão de sua autoria.  O poeta também deixou com o vereador um CD para presentear ao vereador Alexandre Hoffmeister (PP); presidente do Legislativo campo-bonense. O poeta trouxe presentes, mas recebeu, pois o vereador entregou ao sargento Adilson, um DVD contendo toda a sessão na qual foi homenageado e um CD com as fotos tiradas na noite da homenagem que o Parlamento prestou. O trabalho foi produzido pelo assessor do vereador Jair Wingert, o publicitário Cláudio Cunha.  O socialista mais uma vez enalteceu o trabalho do sargento Adilson quer como policial, comunicador ou poeta. “Temos que dizer para as pessoas que elas são importantes e que as admiramos enquanto as mesmas estão conosco. O Adilson Lopes Machado, além de meu amigo é uma pessoa do bem e merece nosso reconhecimento. Seus livros servem como um bálsamo curador para muitas pessoas, porque ele escreve  coisas do coração. Fala direto a alma das pessoas solitárias deste século, sem fé, sem amor e sem esperança”, destacou o vereador Jair Wingert.
O vereador repassou as mãos do  poeta   DVD e CD com a gravação e fotos   da sessão em homenagem  na Câmara.

terça-feira, 30 de junho de 2015

ESPERANÇA NA CÂMARA DE VEREADORES

Socialista presenteou colegas com exemplar do livro Viva com Esperança da Casa Publicadora Brasileira.

Os vereadores de Campo Bom foram presenteados com o livro – Viva com Esperança pelo vereador Jair Wingert (PSB). A obra de saúde e esperança é da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
O vereador Jair Wingert (PSB), na sessão do Legislativo campo-bonense de segunda-feira (29.06), entregou aos dez vereadores que integram o parlamento, exemplares do livro – Viva com Esperança (Segredos para ter saúde e qualidade de vida) dos autores – Mark Finley e Peter Landless. O livro é um best seller e foi editado pela Casa Publicadora Brasileira. A obra que circula o mundo é um presente dos Adventistas do Sétimo Dia e no Brasil já foram distribuídos mais de 16 milhões de exemplares. O vereador destacou na tribuna que este livro é uma bússola que aponta o caminho da saúde, do equilíbrio físico e mental e sobretudo espiritual. “Quanto você pagaria para conhecer os segredos do bem estar? Ter ótima saúde é algo que todos nós desejamos, mas infelizmente a maioria das pessoas só percebe isso depois que perdeu. Este livro que estou presenteando meus colegas vereadores mostra maneiras simples de evitar assassinos crônicos como câncer, diabetes, problemas cardíacos e obesidade. Neste livro os colegas vão descobrir os benefícios da boa nutrição para o corpo e mente,além disso encontraram a fórmula para aumentar a resiliência e verão como o amor e o perdão restauram o coração. Se colocarmos em prática o que está escrito neste livro vamos nos surpreender com os resultado”, destaca Wingert que conclui: “Independe da cor partidária ou da ideologia, os colegas vereadores são seres humanos que também são amados por Deus. Como cristão; adventista do sétimo dia que crê na volta do Senhor Jesus e na imutável Lei de Deus (Dez Mandamentos), também acredito que neste mundo conturbado, onde existe um inversão de valores, onde a família é bombardeada diariamente pela televisão e as demais plataformas e comunicação é imperioso que o homem busque momentos de paz, de silêncio e tranquilidade. O que o mundo mais precisa neste momento é de Deus e ninguém tem coragem de dizer isso, como se falar de deus fosse algo ruim. Espero que este livro seja um balsamo curador aos meus colegas de vereança.”.
*O livro – Viva com Esperança tem como autores – Mark Finley; teólogo e conferencistas de renome mundial e o Dr. Peter Landless; escritor e cardiologista renomado junto ao Hospital da Universidade de Loma Linda na Califórnia (EUA).
Livro Viva com Esperança é best seller na América Latina. No Brasil já são mais de 16 milhões de exemplares distribuídos pelos adventistas do sétimo dia.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

A NOITE E SUA MAGIA TRANSCENDENTAL

O entardecer na pampa nos traz relembranças dos tempos de infância... Cadernos na sacola feita de saquinho de pano mais brancos que as nossas almas inocentes de crianças com os dizeres: Moinhos Riograndense S.A.. Merenda no saquinho de cristalçúcar... Pão com chimia e quem tinha ovo cozido... nossa!!! Danone? Bah ai o sujeito era burguês. Alunos da dona Sally, alguns da Isolina, outros da Dorinha; coordenados pela diretora Leilaine. Todos tiveram o caráter forjado no Emilio... Tabuada na ponta língua e merenda da dona Ernesta, mãe da Leontina... E o gordo no gol? Putz isso hoje seria bullyng. Mas gordo só não vai para o gol em duas situações: se é o dono da bola ou se tivesse mana bonita. Ai o gordo já nem era tão gordo e senão fosse bravo era chamado de cunhado! Não havia internet, facebook e toda essa parafernália... O mais lúdico que vivenciavamos era o Circo Lambari onde não era cinco estrelas, mas pelos furos da lona a gente conseguia ver todas as estrelas... Domingo a gente torcia pelo Oriente e sonhava junto do velho Jairo de Andrade que nos apresentou um sujeito de nome estranho: Marx e senão me falha a memória, o primeiro nome era Karl que nós logo aportuguesamos e passamos a chamar de Carlos. Os mais íntimos de Carlinhos...Guerra? Só de travesseiros quando dormiamos na casa do Edmilson Nunes. Pauleira? Muitas vezes nos jogos de taco - Licença para dois. E a jogada de mestre quando a gente estava jogando pinica e perdendo "Mãos a ibá" e rumo a casa. Enquanto corro minha mãe tem filho! Carrinho de lomba estilo Fitipaldi e joelhos esfolados, dedão destroncado nada que o mercúrio não curasse. E em casos mais graves o seu Grun benzia (Benzia em alemão... Benzedura internacional e não cobrava nada). Eu odiava o mertiolate "Assopra mãeeeeee!!!!"
Seguiamos pela Tapajós felizes sem qualquer medo da vida. Só o que nos assustava era a kombi dos vampiros que tiravam sangue da gurizada. Ninguém nunca viu tal veículo, mas como dizia Jayme Caetano Braum: "Em bruxas não acredito mas 'Pero que las hay, las hay'.“ Naqueles tempos craque para nós do Rio Branco era quem jogava bem futebol... A vida seguiu e aos poucos o menino cresceu e a vida nos tirou muitos doces e nos deixou de tabuleiro vazio chupando os dedos. Uma coisa não mudou nos finais de tarde invernais: o entardecer de minha terra... Em berço esplêndido o impávido gigante, aliás, os dois irmãos acolhem um campo bom e o céu num lusco fusco dão a nítida impressão de uma obra de Portinari numa mescla da poesia de Neruda com fundo das Sete Estações de um Vivaldi sapateiro. Pensei em escrever uma poesia, mas a lente da máquina captou o momento mágico... E a poesia? Poesia? Para que poesia, pois ela já está ai nas duas fotos. Meus amigos da terra e do céu: confesso que vivi!

Fotos: Terça-feira (09.06) às 17h e 46 minutos

quinta-feira, 4 de junho de 2015

JAIR WINGERT NO GRUPO SINOS

Vereador participou do Comunidade em foco na Rádio ABC 900 no Grupo Sinos
Ao centro o vereador Jair Wingert, a sua direita Anderson Dilkin e a esquerda Vanius Porto nos estúdios da ABC 900 AM.

Em plena manhã de feriado desta quinta-feira (04.06), o vereador Jair Wingert do PSB de Campo Bom foi o convidado do programa Comunidade em foco da Rádio ABC 900 AM do Grupo Sinos (Jornal NH) em Novo Hamburgo. O programa de grande audiência na região tem o comando dos comunicadores Vanius Porto e Anderson Dilkin. O vereador socialista abordou sua caminhada politica, sua história de lutas, participação nas atividades estudantis nos 80 nas escolas Ildefonso Pinto e 31 de Janeiro e sua militância politico partidária. O  parlamentar também abordou a forma de seu mandamento, destacando ao ineditismo do Conselho do Mandato formado por pessoas da comunidade que se reúne a cada quatro meses para fazer uma auto critica do mandato socialista, bem como, o gabinete itinerante onde o vereador nos domingos pela manhã  se desloca até um bairro com uma barraca onde das 8 ao meio dia ouve a comunidade. “É uma forma de radicalizar o processo democrático e ampliar a participação popular de verdade. Politico não pode ficar em gabinete, tem ir onde o povo está”, destacou Wingert.  Sabatinado pelos comunicadores sobre  projetos, o vereador enumerou vários projetos que já foram aprovados e que são de sua autoria, mas enfatizou que seu foco principal é na questão da saúde sobretudo na luta pela prevenção do câncer de mama, de colo de útero que acomete as mulheres e também do câncer de próstata que ceifa anualmente a vida de milhares de homens gaúchos. O socialista lembrou que em 2014 através de uma emenda parlamentar do deputado Federal, Alexandre Roso trouxe para Campo Bom, 250 mil reais que foram aplicados em equipamentos para os postos de saúde do município. Jair Wingert observou em sua entrevista a Rádio ABC que outro foco de seu trabalho está na atenção a família e segundo o mesmo, a família está doente e necessita de projetos na esfera municipal, estadual e federal. “Defendo a criação de políticas públicas em defesa da família e vou além, preconizo a criação do Ministério de Defesa e Amparo da Família. Se a família está bem, a cidade, o estado e o país estarão bem. Falta amor, diálogo, afeto e respeito dentro dos lares e falta sobretudo, Deus na vida das famílias”, afirma o socialista.
O vereador Jair Wingert deu ênfase a defesa dos empresários, afirmando que trabalhador e empresário precisam buscar a união. O socialista reiterou que defende no Parlamento campo-bonense quem produz e gera emprego. “Os empresários precisam ser apoiados para gerar mais emprego e renda. A carga tributária no Brasil e a desindustrialização das empresas nacionais é um perigo que deve ser combatido”, observa o vereador que salientou sua relação fraterna e democrática com o prefeito Faisal Karam: “Como é que vou brigar com quem tem a caneta na mão? Faço uma oposição propositiva. Não sou um homem que faz política com o fígado que guarda mágoas e ódio na geladeira. A politica é algo que deve contemplar melhorias para a vida das pessoas. Não abro mão do diálogo, do respeito as diferenças e acredito que Campo Bom deve estar acima das diferenças ideológicas e partidárias. O que é bom para minha cidade voto sempre a favor, o contrário também, projetos que entenda não venham contribuir voto contra, mas não faço a critica pela critica. Quem pensava que faria uma oposição raivosa se enganou e não me conhecia. O prefeito Faisal vem na minha opinião fazendo um governo em sintonia com a comunidade, respeita a Câmara e dialoga com a oposição, algo que num passado não muito distante não havia. O Faisal pacificou Campo Bom e tenho com ele uma relação respeitosa, dentro dos princípios republicanos”, conclui Wingert que também é jornalista e no final dialogou e abraçou seu colega jornalista Aurélio Decker. “O Vanius que é um dos melhores narradores do Brasil, um homem sério, ético e excelente profissional de comunicação me oportunizou um dia histórico, pois pude rever depois de muitos anos meu ex- técnico do juvenil do 15 de Novembro (1980), Omero Irineo Correa “Sagú” que hoje presta serviços como vigilante no Grupo Sinos e também pude abraçar o Aurélio Decker “Lélo” uma lenda viva do jornalismo brasileiro. Ganhei o dia, ganhei o feriado’, finaliza o vereador Jair Wingert do PSB de Campo Bom

quinta-feira, 28 de maio de 2015

PARLAMENTO HOMENAGEOU SARGENTO ADILSON

Vereador Jair Wingert ao lado do homenageado no Parlamento campo-bonense.
A proposição é de autoria do vereador do PSB, Jair Wingert
Na sessão de quarta-feira (27.05) a Câmara de Vereadores de Campo Bom homenageou o sargento aposentado da Brigada Militar, Adilson Lopes Machado que prestou relevantes serviços a comunidade, bem como, nos dias atuais segue escrevendo e participando de ações solidárias junto a comunidade de forma voluntária. O sargento Adilson nasceu em Campo Bom em 14 de maio de 1950 e ingressou na Brigada Militar em 1969 atuando com destaque pelo diálogo, ética e trabalho voltado em defesa da vida. O sargento Adilson também trabalhou na Rádio Progresso de Novo Hamburgo e na Rádio Cinderela acordava Campo Bom com o programa Alvorada Cinderela nos anos 80 no auge da emissora que abria na cidade. O sargento Adilson acordava Campo Bom com as músicas de raiz e seu galo Badéco “Canta Badéco! Onde a cada cantada do galo a hora certa era informada para o trabalhador não perder a hora do trabalho. E ao meio dia apresentava um programa líder de audiência na cidade, o Boletim Informativo da Brigada Militar. Como locutor trabalhou por 20 anos. Além do talento como comunicador, Adilson passou a escrever poesias e lançou dois livros; “A graça que vem do céu” e “Lágrimas de Mãe”. A venda dos livros foi revertida para a compra de sacolas básicas para famílias carentes. Adilson após sua aposentadoria  trabalhou muitos anos no Fórum de Campo Bom.  O sargento Adilson é casado com Jurema Dias Machado (1970) e tem quatro filhos:  Leila Cristina, Scheila Beatriz, Altemir Jordã e Neida Fabiana. A cerimônia contou com a presença de amigos, familiares e  colegas de trabalho do sargento Adilson Lopes Machado. Também prestigiaram a  sessão, a Dra. Marcia Regina Frigeri; Juiza de Direito de Campo Bom e Vicente Selistre; presidente do Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom. O sargento Adilson visivelmente emocionado fez um apanhado de sua história na Brigada Militar, no rádio e na escrita de livros. O homenageado destacou a importância do diálogo, do amor e do respeito ao ser humano. Por fim  agradeceu a homenagem recebida e elogiou ao vereador Jair Wingert do PSB, autor da ideia e aos demais vereadores que aprovaram a mesma.

“Sargento Adilson é um homem de bem e do bem”

O vereador Jair Wingert (PSB), autor da homenagem salientou que este é um momento importante do Legislativo, pois a Câmara presta uma justa homenagem a um homem que faz parte da história de nossa cidade. “O sargento Adilson é uma pessoa que deu uma grande contribuição a nossa comunidade. Como brigadiano realizou um trabalho exemplar, pautado na ética, no diálogo e na busca de solucionar problemas. Já como comunicador de rádio, inovou e foi um dos grandes precursores da música raiz na região, observa Wingert que segue sua análise: “Como escritor também tem sido um instrumento do bem, escrevendo poesias e utilizando os recursos advindos da venda dos livros para comprar alimentos para famílias carentes. O nosso mandato teve o privilégio de ser o porta-voz desta homenagem. Penso que devemos homenagear as pessoas enquanto elas estão conosco. Também quero agradecer aos colegas vereadores pelos votos favoráveis”, observou Wingert que emocionado lembrou  que o sargento Adilson foi um policial sério, ético e exemplar. O brigadiano que fez de sua profissão um sacerdócio,” O bisavô do sargento Adilson Vespasiano Lopes Machado foi coronel do Exercito brasileiro, tendo lutado na guerra dos Farrapos. Hoje a espada de Vespasiano está exposta em um Museu em Porto Alegre. Já o pai de Adilson, Aldrovando Lopes Machado foi o terceiro brigadiano a residir em Campo Bom, quando  ainda éramos distrito de São Leopoldo. Ou seja,  a carreira militar está no DNA dos Lopes Machado. “No Fórum muito além de orientar locais e setores e prestar segurança, o sargento  conta que em muitos episódios serviu de conselheiro; psicólogo. Casais que vinha até o Fórum prontos a separação, muitas vezes após um diálogo com o sargento Adilson mudavam o rumo da história e o casamento era refeito”, observa o vereador socialista que conclui: “Sinto-me honrado em ser proponente desta  homenagem. Creio que devemos  dizer as pessoas que elas são importantes, que as admiramos, respeitamos e amamos enquanto estão conosco.  Adilson na escrita é um jardineiro das palavras; um vendedor de sonhos. Parabéns amigo Adilson por tudo que fizeste e que ainda continuará fazendo por nossa cidade, pela nossa gente” concluiu Jair Wingert. Também fizeram uso da palavra os vereadores – Paulo Cesar Tigre (PMDB), Victor de Souza (PC do B), representando o PC do B e PPS, bem como, o presidente do Legislativo, Alexandre Olavo Hoffmeister (PP). O homenageado recebeu uma placa de Honra ao Mérito pelos serviços realizados pela comunidade.
Alexandre Hoffmeister (PP), sargento Adilson e o vereador Jair Wingert (PSB) na entrega da placa de Honra ao Mérito pelos serviços prestados a comunidade.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

JAIR WINGERT: UM VEREADOR DE FÉ!

Clube de Desbravadores Valdenses da IASD da Iguaçú visitaram o vereador Valter que convidou seu colega Jair Wingert que é adventista para participar da reunião.
O vereador Jair Wingert (PSB) tem sua caminhada pautada na defesa da família, nas ações em defesa da saúde da mulher com acesso fácil a programas preventivos nos postos de saúde e exames preventivos com ênfase ao câncer de mama, mas sobretudo no que se refere a família e fé, Wingert é categórico “A família é a base de tudo e uma família sem Deus, sem fé e consequentemente sem esperança é uma família desestruturada. Se pesquisar um presidio constataremos que 8 de cada 10 presos são advindos de lares desfeitos, de lares onde não havia diálogo, não havia amor, não havia Deus. Temos que fortalecer as famílias através de programas de apoio. Continuo defendendo a criação do Ministério da Familia e das secretarias estaduais e municipais de amparo e apoio a família”, afirma o vereador que durante esta semana recebeu em seu gabinete a visita do pastor Marcos Adriano do Ministério Batista Completude de Vida. A reunião foi articulada por Liliane Lazzaris.
O vereador socialista a convite do vereador Valter Lemos Junior participou de uma visita do Clube de Desbravadores Valdenses da Igreja Adventista do Sétimo Dia do bairro Iguaçú (divisa com Campo Bom). O clube tinha como meta visitar uma autoridade e como a mãe do vereador Valter é membro da Igreja Adventista da Iguaçú, a direção do clube escolheu o vereador do PC do B para visita-lo. A reunião aconteceu no gabinete do vereador Valter e contou com a presença do pastor Everton Nunes, das líderes Rosane e Deise, além de vários integrantes do clube Valdenses.

“Fiquei feliz em receber a oração do pastor Everton”

O pastor Everton Nunes proferiu a leitura de um texto da Bíblia, e orou pelos vereadores Valter e Jair que é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Campo Bom. O vereador Jair Wingert agradeceu ao convite do vereador Valter Lemos Junior do PC do B e salientou. “O Valter é um grande amigo, um vereador atuante e ao lado do vereador Victor de Souza procuramos trabalhar em sintonia na busca de melhorar a vida das pessoas e incentivamos a participação popular, pois entendemos que é preciso que o povo seja protagonista e sujeitos da história. O modelo vigente hoje foge do preconizado por Jesus, basta lermos o livro de Atos dos apóstolos, nos dez primeiros capítulos veremos um modelo perfeito de sociedade preconizado por Jesus e implantado por seus discípulos, onde havia participação de todos e não havia miseráveis entre eles”, observa Wingert que segue sua analise “Como adventista do Sétimo Dia fico muito feliz em receber a visita do pastor Everton e ainda receber suas orações. A gente necessita das orações e do apoio para seguir a caminhada”, concluiu o vereador Jair Wingert do PSB. Os integrantes do Clube de Desbravadores Valdenses presentearam ao vereador Valter livros que falam de esperança, fé e espiritualidade.