quinta-feira, 28 de maio de 2015

PARLAMENTO HOMENAGEOU SARGENTO ADILSON

Vereador Jair Wingert ao lado do homenageado no Parlamento campo-bonense.
A proposição é de autoria do vereador do PSB, Jair Wingert
Na sessão de quarta-feira (27.05) a Câmara de Vereadores de Campo Bom homenageou o sargento aposentado da Brigada Militar, Adilson Lopes Machado que prestou relevantes serviços a comunidade, bem como, nos dias atuais segue escrevendo e participando de ações solidárias junto a comunidade de forma voluntária. O sargento Adilson nasceu em Campo Bom em 14 de maio de 1950 e ingressou na Brigada Militar em 1969 atuando com destaque pelo diálogo, ética e trabalho voltado em defesa da vida. O sargento Adilson também trabalhou na Rádio Progresso de Novo Hamburgo e na Rádio Cinderela acordava Campo Bom com o programa Alvorada Cinderela nos anos 80 no auge da emissora que abria na cidade. O sargento Adilson acordava Campo Bom com as músicas de raiz e seu galo Badéco “Canta Badéco! Onde a cada cantada do galo a hora certa era informada para o trabalhador não perder a hora do trabalho. E ao meio dia apresentava um programa líder de audiência na cidade, o Boletim Informativo da Brigada Militar. Como locutor trabalhou por 20 anos. Além do talento como comunicador, Adilson passou a escrever poesias e lançou dois livros; “A graça que vem do céu” e “Lágrimas de Mãe”. A venda dos livros foi revertida para a compra de sacolas básicas para famílias carentes. Adilson após sua aposentadoria  trabalhou muitos anos no Fórum de Campo Bom.  O sargento Adilson é casado com Jurema Dias Machado (1970) e tem quatro filhos:  Leila Cristina, Scheila Beatriz, Altemir Jordã e Neida Fabiana. A cerimônia contou com a presença de amigos, familiares e  colegas de trabalho do sargento Adilson Lopes Machado. Também prestigiaram a  sessão, a Dra. Marcia Regina Frigeri; Juiza de Direito de Campo Bom e Vicente Selistre; presidente do Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom. O sargento Adilson visivelmente emocionado fez um apanhado de sua história na Brigada Militar, no rádio e na escrita de livros. O homenageado destacou a importância do diálogo, do amor e do respeito ao ser humano. Por fim  agradeceu a homenagem recebida e elogiou ao vereador Jair Wingert do PSB, autor da ideia e aos demais vereadores que aprovaram a mesma.

“Sargento Adilson é um homem de bem e do bem”

O vereador Jair Wingert (PSB), autor da homenagem salientou que este é um momento importante do Legislativo, pois a Câmara presta uma justa homenagem a um homem que faz parte da história de nossa cidade. “O sargento Adilson é uma pessoa que deu uma grande contribuição a nossa comunidade. Como brigadiano realizou um trabalho exemplar, pautado na ética, no diálogo e na busca de solucionar problemas. Já como comunicador de rádio, inovou e foi um dos grandes precursores da música raiz na região, observa Wingert que segue sua análise: “Como escritor também tem sido um instrumento do bem, escrevendo poesias e utilizando os recursos advindos da venda dos livros para comprar alimentos para famílias carentes. O nosso mandato teve o privilégio de ser o porta-voz desta homenagem. Penso que devemos homenagear as pessoas enquanto elas estão conosco. Também quero agradecer aos colegas vereadores pelos votos favoráveis”, observou Wingert que emocionado lembrou  que o sargento Adilson foi um policial sério, ético e exemplar. O brigadiano que fez de sua profissão um sacerdócio,” O bisavô do sargento Adilson Vespasiano Lopes Machado foi coronel do Exercito brasileiro, tendo lutado na guerra dos Farrapos. Hoje a espada de Vespasiano está exposta em um Museu em Porto Alegre. Já o pai de Adilson, Aldrovando Lopes Machado foi o terceiro brigadiano a residir em Campo Bom, quando  ainda éramos distrito de São Leopoldo. Ou seja,  a carreira militar está no DNA dos Lopes Machado. “No Fórum muito além de orientar locais e setores e prestar segurança, o sargento  conta que em muitos episódios serviu de conselheiro; psicólogo. Casais que vinha até o Fórum prontos a separação, muitas vezes após um diálogo com o sargento Adilson mudavam o rumo da história e o casamento era refeito”, observa o vereador socialista que conclui: “Sinto-me honrado em ser proponente desta  homenagem. Creio que devemos  dizer as pessoas que elas são importantes, que as admiramos, respeitamos e amamos enquanto estão conosco.  Adilson na escrita é um jardineiro das palavras; um vendedor de sonhos. Parabéns amigo Adilson por tudo que fizeste e que ainda continuará fazendo por nossa cidade, pela nossa gente” concluiu Jair Wingert. Também fizeram uso da palavra os vereadores – Paulo Cesar Tigre (PMDB), Victor de Souza (PC do B), representando o PC do B e PPS, bem como, o presidente do Legislativo, Alexandre Olavo Hoffmeister (PP). O homenageado recebeu uma placa de Honra ao Mérito pelos serviços realizados pela comunidade.
Alexandre Hoffmeister (PP), sargento Adilson e o vereador Jair Wingert (PSB) na entrega da placa de Honra ao Mérito pelos serviços prestados a comunidade.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

JAIR WINGERT: UM VEREADOR DE FÉ!

Clube de Desbravadores Valdenses da IASD da Iguaçú visitaram o vereador Valter que convidou seu colega Jair Wingert que é adventista para participar da reunião.
O vereador Jair Wingert (PSB) tem sua caminhada pautada na defesa da família, nas ações em defesa da saúde da mulher com acesso fácil a programas preventivos nos postos de saúde e exames preventivos com ênfase ao câncer de mama, mas sobretudo no que se refere a família e fé, Wingert é categórico “A família é a base de tudo e uma família sem Deus, sem fé e consequentemente sem esperança é uma família desestruturada. Se pesquisar um presidio constataremos que 8 de cada 10 presos são advindos de lares desfeitos, de lares onde não havia diálogo, não havia amor, não havia Deus. Temos que fortalecer as famílias através de programas de apoio. Continuo defendendo a criação do Ministério da Familia e das secretarias estaduais e municipais de amparo e apoio a família”, afirma o vereador que durante esta semana recebeu em seu gabinete a visita do pastor Marcos Adriano do Ministério Batista Completude de Vida. A reunião foi articulada por Liliane Lazzaris.
O vereador socialista a convite do vereador Valter Lemos Junior participou de uma visita do Clube de Desbravadores Valdenses da Igreja Adventista do Sétimo Dia do bairro Iguaçú (divisa com Campo Bom). O clube tinha como meta visitar uma autoridade e como a mãe do vereador Valter é membro da Igreja Adventista da Iguaçú, a direção do clube escolheu o vereador do PC do B para visita-lo. A reunião aconteceu no gabinete do vereador Valter e contou com a presença do pastor Everton Nunes, das líderes Rosane e Deise, além de vários integrantes do clube Valdenses.

“Fiquei feliz em receber a oração do pastor Everton”

O pastor Everton Nunes proferiu a leitura de um texto da Bíblia, e orou pelos vereadores Valter e Jair que é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Campo Bom. O vereador Jair Wingert agradeceu ao convite do vereador Valter Lemos Junior do PC do B e salientou. “O Valter é um grande amigo, um vereador atuante e ao lado do vereador Victor de Souza procuramos trabalhar em sintonia na busca de melhorar a vida das pessoas e incentivamos a participação popular, pois entendemos que é preciso que o povo seja protagonista e sujeitos da história. O modelo vigente hoje foge do preconizado por Jesus, basta lermos o livro de Atos dos apóstolos, nos dez primeiros capítulos veremos um modelo perfeito de sociedade preconizado por Jesus e implantado por seus discípulos, onde havia participação de todos e não havia miseráveis entre eles”, observa Wingert que segue sua analise “Como adventista do Sétimo Dia fico muito feliz em receber a visita do pastor Everton e ainda receber suas orações. A gente necessita das orações e do apoio para seguir a caminhada”, concluiu o vereador Jair Wingert do PSB. Os integrantes do Clube de Desbravadores Valdenses presentearam ao vereador Valter livros que falam de esperança, fé e espiritualidade.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

CÂMARA VAI HOMENAGEAR SARGENTO ADILSON

Sargento Adilson esteve visitando o gabinete do vereador Jair Wingert
Vereador Jair Wingert do PSB é o autor da homenagem ao ex-brigadiano

Na sessão de segunda-feira (18.05) da Câmara de Vereadores de Campo Bom foi aprovado por unanimidade (11 votos favoráveis) a homenagem ao sargento aposentado da Brigada Militar, Adilson Lopes Machado que prestou relevantes serviços a comunidade, bem como, nos dias atuais segue escrevendo, participando de ações solidárias junto a comunidade de forma voluntária.
O sargento Adilson nasceu em Campo Bom em 14 de maio de 1950 e ingressou na Brigada Militar em 1969 atuando com destaque pelo diálogo, ética e trabalho voltado em defesa da vida. O sargento Adilson também trabalhou na Rádio Progresso de Novo Hamburgo e na Rádio Cinderela acordava Campo Bom com o programa Alvorada Cinderela nos anos 80 no auge da emissora que abria na cidade. O sargento Adilson acordava Campo Bom com as músicas de raiz e seu galo badéco “Canta badéco!” Como locutor trabalhou por 20 anos. Além do talento como comunicador, Adilson passou a escrever poesias e lançou dois livros; A graça que vem do céu e Lágrimas de Mãe. A venda dos livros foi revertida para a compra de sacolas básicas para famílias carentes.
Escrever para Adilson é uma dádiva e destaca: “Motivos de muita alegria. A inspiração para escrever, considero uma assistência Divina que me ajuda frequentemente a escrever mensagens de esperança, de reflexão, incentivando o leitor a buscar a Deus dentro da sua religião Cristã, pois somente com esta aliança com Deus podemos superar os obstáculos da vida. Muita alegria e satisfação é o que sinto escrevendo, sempre com o objetivo do bem”, afirma Adilson que também trabalhou vários anos no Fórum de Campo Bom.
O sargento Adilson é casado com Jurema Dias Machado (1970) e tem Leila Cristina, Scheila Beatriz, Altemir Jordã, Neida Fabiana.

Homenagem na quarta-feira 27 de maio

O vereador Jair Wingert (PSB), autor da homenagem salienta que será um momento importante do Legislativo, pois a Câmara prestará uma justa homenagem a um homem que faz parte da história de nossa cidade. “O sargento Adilson é uma pessoa que deu uma grande contribuição a nossa comunidade, como, brigadiano realizou um trabalho exemplar, pautado na ética, no diálogo e na busca de solucionar problemas. Já como comunicador de rádio, inovou e foi um dos grandes precursores da música raiz na região, observa Wingert que segue sua análise: “Como escritor também tem sido um instrumento do bem, escrevendo poesias e utilizando os recursos advindos da venda dos livros para comprar alimentos para famílias carentes. O nosso mandato teve o privilégio de ser o porta-voz desta homenagem. Penso que devemos homenagear as pessoas enquanto elas estão conosco. Também quero agradecer aos colegas vereadores pelos votos favoráveis”, finaliza Jair Wingert (PSB). A homenagem será realizada na próxima quarta-feira (27.05) a partir das 18h e 30min na Câmara Municipal de Vereadores de Campo Bom. A sessão é aberta a comunidade e terá transmissão pela TV Câmara: < http://www.camaracb.rs.gov.br>.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

NEGO DI E AYRTON SENNA

Diogo sabia fazer gols e sorrir. Ele tinha a capacidade de transformar as tardes cinzentas e melancólicas em domingos ensolarados, mesmo aos 43 minutos com um gol
O futebol é perspicaz e propenso a criar lendas e paixões. Uma estranha magia que transforma em saga, cria mitos, heróis, glórias e tragédias.
Cresci no outro lado do arroio Schmidt, ou seja, na margem acima da Andradas mais precisamente no Rio Branco e portanto torcedor do Oriente, clube que tive o privilégio de defender, mas cresci e também joguei no 15 e descobri que os guris que defendiam o tricolor não eram os “bundão do centro”. Aprendi que os meninos do 15 e Oriente eram iguais no que se refere paixão pela bola. Salvo as rusgas inerentes a rivalidade existente, o resto era bola e mais bola, aliás, naqueles tempos não havia internet, whats, face e outras ferramentas. O que de mais moderno que existia era o Teatro Teleco que se instalava na Avenida Brasil no local onde hoje funciona o Rissul (depois eu mando a cobrança do comercial).
Nós assistíamos as peças noturnas, mas a preferência era pelo Big Show, domingo à tarde, uma espécie de show de calouros. Outro avanço tecnológico era o Cine Rio (cinema) e as matinês de domingo à tarde com os filmes de Django, Dólar Furado, e Bruce Lee. Quando passou Meu pobre coração de luto do Teixeirinha foram feitas três sessões, as lágrimas foram tantas que inundaram a loja Feira Marisa do Tauffic causando grande prejuízo. O cinema ficava onde hoje funciona a Moinho na Voluntários da Pátria.
Pois bem, me orgulho de ter assistindo o 15 de Novembro ainda amador. Eu vi, meninos eu vi! Vi Ismar Reichert, Bilú, Celso Bock, Dé, Elton, Polenta, Luia, Renatinho, Claunir, Schuetz,Trott, Naldo, Helinho, Luizinho, Popa e tantos outros que formaram duas, três gerações de ouro do futebol amador do Rio Grande. O 15 era chamado de “Os professores de futebol” Mesmo orientista sempre fui um apaixonado pelo futebol e como dizia o grande intelectual Eduardo Galeano “... Não passo de um mendigo do bom futebol. Ando pelo mundo de chapéu na mão e nos estádios suplico: uma linda jogada pelo amor de Deus! E quando acontece o bom futebol, agradeço o milagre – sem me importar com o clube ou o país que o oferece”.
Cresci e não houve outro jeito e como meia direita ou falso ponta esquerda fechando o meio descobri que sou um bom repórter. E segui minha senda e presenciei algo extraordinário. Tive o privilégio de conhecer e conviver com um dos melhores atacantes que vi jogar, seu nome? Claudelir Diogo João, ou simplesmente Diogo. Os mais íntimos o chamavam carinhosamente de nego Di. O Linhares que hoje está morando em Barcelona quando repórter também o chamava de Abdu numa alusão ao craque de renome internacional. Diogo era goleador, atacante habilidoso, chutava com as duas pernas (uma de cada vez), excelente cabeceador, bem como tinha muita velocidade.
Diogo era o que hoje chamam de atacante moderno. Gostava de fazer gols e sorrir. Dentes brancos como marfim e um coração do tamanho do mundo. Diogo veio para o 15 de Novembro ainda em 1993 na transição do amador para o profissional pelas mãos do Celso Bock que na minha opinião se tivesse seguido carreira como técnico profissional, hoje estaria na turma da elite do futebol brasileiro. O nego Di vivia no Rio Branco, amado pela turma do bar, sempre de bom coração não raro repassava o valor do bicho a algum pai de família desempregado que chorava as mágoas ao atacante tricolor. Diogo chorava junto e ajudava. De bom coração e ingênuo em alguns momentos, Diogo não suportava as injustiças desta vida e muitas se escondia num copo. A turma do bar eram os amigos mais que fiéis. O nego Di era um centroavante matador, as vezes passava a partida inteira sem uma grande jogada, mas aos 43 minutos pronto, bola na área gol de Diogo e o povo feliz. Ele parecia aqueles cachorros que estão dormindo no portão da casa e tu não dá nada por ele, entra pátio adentro e antes de chegar à porta da casa, ele te morde o calcanhar, assim são os goleadores, assim era Romário, assim era Flávio Bicudo, Dáda Maravilha, André Catimba e Fernandão.
Diogo em 1994 sob o comando de Casemiro Mior fez gol tipo bicho. (16 gols). Goleador do gauchão 1994 (segundona), estava na lista para ser contratado pelo Internacional, que acabou trazendo para o Beira Rio, Zé Alcino do São Borja que depois jogou no Grêmio e no futebol japonês. Cá entre nós: Diogo com uma perna amarrada nas costas jogava mais que o imprevisível Zé Alcino. O problema era fora das quatro linhas. A vida é dura e as vezes se dilui de forma etílicia.
No dia 1° de maio de 1994, o 15 jogaria com o Novo Hamburgo no Santa Rosa. Clássico do Vale, a torcida tricolor lotou 20 ônibus e invadiu Nóia. A geral do Santa Rosa ficou tomada pelos campo-bonense que eram maioria no estádio. Mas antes da partida estávamos ali no restaurante da piscina e veio a noticia por volta das 13h e 30min de que Ayrton Senna, o nosso Ayrton do Brasil havia morrido na fatídica curva Tamburello.
Nós da imprensa e os demais ficamos perplexos e lembro que o Linhares meu colega que atuava em outro jornal (O Fato) com os olhos cheios de lágrimas apenas olhou para mim, como quem diz: não é verdade. Mas pior que era a mais triste verdade. Num primeiro de maio dia do trabalhador e não do trabalho como muito tentam aplicar, morria o nosso Ayrton que era da Silva como tantos brasileiros. Neste instante aconteceu algo mágico. Os jogadores do 15 começavam a seguir para o ônibus e o nego Di vendo nossa tristeza para e diz: “O do jornal sei que vocês estão tristes, mas hoje a tarde o nego Di vai fazer o povo sorrir”.
O clássico iniciou pegado e o tricolor abriu o placar com Sandro Oliveira, porém na etapa final mesmo jogando melhor o tricolor cedeu o empate. O Nóia marcou através de Paulão. Aos 42 minutos na goleira do centro no Santa Rosa, o zagueiro Piccoli (hoje técnico do Juventude) desarma Márcio e toca para Diogo. O atacante recebe a bola no meio campo, a zaga anilada costumava fazer a linha de impedimento e saiu, esperando que Diogo lançasse, porém aí é que difere o craque do perna de pau, Diogo segurou um pouco a bola e lançou no ataque para ele mesmo, ou no ponto futuro como diria o capitão Coutinho. Avançou em velocidade ganhou da zaga que ficou atônita. O goleiro Dagoberto saiu fora da área e antes de chegar, Diogo de fora da área de perna esquerda por cobertura chutou. A bola percorreu uns vinte metros, mas parecia uma eternidade. De um lado os torcedores anilados tentavam tirar com os olhos e na geral os campo-bonenses se preparavam para orgásmica comemoração, sim porque o gol é o orgasmo do futebol! Dagoberto volta, mas para no meio do caminho, também tentando tirar com os olhos, pois era só o que restava para ele. O outro personagem, Diogo olhava com olhos de lince. A bola esta senhora caprichosa que gosta de ser tratada de tu, morreu no fundo das redes.
A geral do Santa Rosa veio abaixo e Diogo saiu em direção ao seu povo naquele estilo que ele costumava comemorar os gols, fazendo aviãozinho de braços abertos. O sorriso de marfim, alegria estampada no rosto do goleador. Antes de chegar à tela para vibrar com a nação tricolor, Diogo ainda passa por mim e pelo Linhares que vibrávamos abraçados e diz: “O do jornal não falei para vocês que o nego Di faria o povo sorrir” e se foi como um nobre africano, um guerreiro Zulú, sua majestade Abdu Diogo, ou simplesmente o nego Di para nós o seu povo do Morro das Pulgas; o Rio Branco.
Na arquibancada a torcida tricolor cantava “biriri, bororó... pegamos o Nóia e óh oh óh”, com direito a coreografia e tudo no óh, óh,óh.
O futebol carece de atacantes como Diogo que tinha a capacidade de fazer sonetos com a bola e transformar tardes de domingos cinzentas em dias ensolarados. E parafraseando o poetinha Vinicius de Moraes “Me perdoem os pernas de pau, mas ser craque é fundamental".
Diogo fazia gols e fazia o povo feliz. Gols bonitos e gols feios, aliás, não existe gol feio, feio é não fazer gols, que o diga os Rafael Mouras e os Brian Rodrigues da vida!
Eu Jair Wingert; jornalista estava lá e vivenciei esta cena. E amigos e amigas: confesso que vivi!
Esta é uma das formações do 15 de Novembro em 1994 com: Professor Moacir, Fábio, Piccoli, Roberto Caçapava, Gerson, Giovane, Giovane I. Agachados: Tio Pedro; massagista, Lela, Diogo, Balalo, Jorge Luis e Paulo Leandro.


sábado, 2 de maio de 2015

VEREADOR ENTREGA PROJETO SUGESTIVO A DEPUTADA LIZIANE BAYER

Vereador Jair Wingert; entregou a deputada Liziane Bayer um projeto sugestivo para a criação da Semana Estadual da Família no Rio Grande do Sul.
Jair Wingert “Deus, amor e família, segredo de uma nação feliz”

O vereador Jair Wingert (PSB) que  tem seu mandato centrado em algumas bandeiras pontuais como: a saúde da mulher, geração de emprego e renda, apoio a quem produz e gera emprego e defesa da família, aproveitando a visita  da deputada estadual  Liziane Bayer em Campo Bom entregou pessoalmente a parlamentar um projeto sugestivo no qual o vereador propõe a criação da Semana Estadual da Família no Rio Grande do Sul. O vereador destaca que a família é o que existe de mais importante numa sociedade. “Tudo começa na família. A escola, a igreja, a cidade a nação começa num lar onde existe, amor, respeito, diálogo e compreensão. A sociedade é hipócrita em muitos aspectos, porque ao tirarmos Deus das nossas casas, tirarmos Deus da escola alegando que somos um Estado laico, ai começamos a pagar um preço altíssimo”, destaca o vereador que segue sua análise “A família deveria ser mais protegida pelos governos – Federal, Estadual e municipal. Defendo que se  extinguisse algum Ministério e criasse o Ministério de Amparo e Defesa da Família e nos estados e municípios fosse criadas secretarias para trabalhar a  temática  família. Nos presídios de cada 10 presos, 8 são  advindos de lares sem estrutura, sem fé, sem amor, sem esperança. E tudo começa na família. Acredito que este projeto não é tudo, mas é o começo, se existir a Semana Estadual da Família e organizarmos  eventos, palestras, caminhadas, atos de reflexão, vamos avançar e com isso buscar reverter este quadro caótico que vivenciamos”, observa Jair Wingert.

Semana da Família no Rio Grande  do Sul

O vereador defende  e sugere a criação desta data comemorativa que seria em agosto com o inicio a partir do domingo do dia dos pais. O socialista  defende o projeto e destaca:  “- Com tristeza e perplexidade assistimos o aumento dos ataques aos valores familiares sobre os quais se alicerçam a estruturação da sociedade e do próprio ser humano. Igual prática ocorre contra a própria “família”, vítima de rotineiras campanhas - veladas e explícitas de desestabilização e desestruturação, escudadas nos enganosos mantos da modernidade dos tempos e da liberdade, valores reais e fundamentais da existência humana, mas que, com o sabor do engodo, buscam a desarticulação de tão importante e sagrada entidade. Embora minoritária, é inegavelmente ruidosa essa corrente que busca a erradicação dos vigorosos valores de sustentação da família, tornando-se de fundamental importância ouvir-se a voz de todos aqueles que acreditam na família e nos seus princípios”, finaliza Jair Wingert (PSB). A deputada Liziane Bayer  também trabalha com foco na defesa da família recebeu o projeto sugestivo e afirmou que já vem trabalhando neste sentido e que a sugestão será analisada com carinho.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

VEREADOR SOCIALISTA APOIA ESTUDO DA CONSTITUIÇÃO NA ESCOLA

Jair Wingert (PSB) teve aprovada Moção em apoio ao projeto do baixinho Romário que quer incluir o estudo da Constituição Federal  na sala de aula.
O vereador Jair Wingert (PSB), teve aprovada por unanimidade uma Moção de  Apoio ao projeto de Lei de número 70 do Senado de autoria do senador Romário Faria (PSB/RJ) que  objetiva incluir dentro da base curricular o estudo da Constituição Federal visando a formação de cidadãos éticos que possam exercitar sua cidadania plena. As aulas de Constituição de acordo com o projeto aconteceriam em todas as escolas do Brasil, públicas e privadas. “O Romário tem se mostrado um  senador atuante, inovador e preocupado com melhorias para o Brasil. Seu projeto que está tramitando no Senado é louvável e merece  nosso apoio. Somente a educação vai  possibilitar o surgimento do novo homem e mais que isso, hoje não basta mais formar apenas cidadãos é preciso ir além formando seres éticos que sejam pautados não pela sociedade consumista, individualista que serve apenas como ferramenta do “status quo”. O papel da escola é formar seres pensadores e não meros repetidores de informação. O jovem brasileiro tem um papel decisivo na construção deste Brasil que todos sonhamos e queremos. Nossa Constituição promulgada em 1988 pelo  arauto da democracia Dr. Ulysses Guimarães precisa fazer parte da sala de aula para os futuros condutores da nação estudar e conhecer a nossa Carta Magna”, observa o vereador socialista que vai além “Agradeço o votos dos colegas vereadores pela aprovação e a Moção de Apoio ao projeto foi encaminhada ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/AL) e ao senador Romário Faria (PSB/RJ)”, finaliza Wingert.

terça-feira, 28 de abril de 2015

E SE O POSTE CAIR?

Poste na esquina da Antônio Luckmann com Fernando Miguel Weber  pode cair a qualquer momento. Informações é que empresa de telefonia é a responsável, mas até agora nem para dar um OI eles apareceram.
Socialista está revoltado e classifica de incompetência  e jogo de empurra dos responsáveis.

O vereador Jair Wingert (PSB) denunciou na tribuna  na segunda-feira (27.04) o que classificou de descaso com relação a um poste existente na esquina das ruas – Antônio Luckmann com Fernando Miguel Weber no bairro Jardim do Sol. Este poste de madeira  encontra-se a vários anos em péssimas condições e agora faz 10 dias que após uma chuva o poste começou a cair, ou seja, ele pendeu para o lado, baixando a fiação (cabos de telefonia) que estão no passeio público atrapalhando  a rotina dos moradores, mas o perigo maior é que este poste ameaça cair a qualquer momento e bem na frente do referido poste existe uma residência, bem como, o local é ponto de  passagem de crianças que brincam, que se deslocam para a escola. O vereador Jair Wingert  entrou em contato com a AES Sul que esteve no local e afirmou que o poste não é de responsabilidade da empresa e sim da Prefeitura que utiliza como ponto de iluminação pública, ou seja, a AES Sul afirmou que não tem fios de energia elétrica neste poste. A partir dai o vereador entrou em contato com a Prefeitura e a informação é que a responsabilidade é da empresa de telefonia Oi que usa o poste para sustentar o cabeamento da rua. A novela continua pois o vereador  destaca que o contato com a referida empresa é praticamente impossível. “É um jogo de empurra, agora o poste não é de ninguém, mas ali tem uma lâmpada de iluminação pública, ali existe fios da tal empresa de telefonia, mas o poste não é de ninguém. Será que vão esperar o poste cair, ou ocorrer um acidente matando alguma pessoa?”, questiona o vereador que prossegue “Vou orientar os moradores das imediações deste perigo que registrem um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia, porque se vier acontecer um acidente, alguém vai ser responsabilizado. Estas empresas de telefonia não estão nem ai para a comunidade, este é outro preço que pagamos pela privatização de alguns setores. Este é o preço do neoliberalismo, tu liga para um telefone e colocam música  25, 30, 40 minutos e não te atendem. Até quando isso vai prosseguir? Aliás, a  CPI das empresas de telefonia deve avançar, porque o dinheiro eles querem, mas prestar serviços com qualidade é difícil”, finaliza o vereador Jair Wingert (PSB)